...A quem se tornou tudo no meio do meu nada.
Já passou tanto tempo desde o natal em que uma criança levou um estalo e aprendeu que o natal se resumia a um esbanjamento de presentes e sorrisos simulados, um esquema engendrado para gastar dinheiro e esboçar uma felicidade controladamente espontânea, tal como a exaltação do fingimento pela "causa" natalicia de preservar o lado bom que o ser humano, mesmo tendo perdido ha gerações atrás, afirma e se orgulha desmedidamente de ainda possuir.
A criança cresceu, formou-se um homem e manteve a sua palavra, tal como aos seus ideais. Ser fiel a si mesmo e aos seus. Aquele estalo serviu de uma revelação sobre a incomoda e fria verdade, tal como de uma lição de vida.
O homem nao muda, não se altera. Cada pessoa é, foi e será o que manifesta ser no seu intimo e, por mais pequenos pormenores que tentem ser aperfeiçoados ao longo de uma vida, nao muda na sua integra. A sua natureza humana não o permite.
Sempre será assim. O Natal manter-se-á uma epoca de fingimento até que o Homem se aperceba do erro em que se deixou cair e dê lugar à verdadeira mudança.
Hoje, o Homem encara o natal como o nascimento de Cristo, uma despesa adicional no seu orçamento, uma infernal corrida as lojas em esperança de comprar a sua felicidade ou a de outrem... Mas no fundo, apenas mais um dia. Um entre tantos em que nada de especial existe. Nada mais falso!
Todos os dias são o último. Cada dia especial e único é! Não há motivo para a existência de um dia em que um indivíduo se lembra de recordar à sua familia e aos seus mais que tudo que realmente se importa com eles a não ser que, por alguma razão, se tenha abstraido de faze-lo durante o ano inteiro.
Trata-se entao de uma pseudo compensação da parte da sociedade para redimir as falhas das pessoas para com tudo e todos os que as rodeiam em trezentos e sessenta e cinco dias durante um ano em apenas umas breves, constrangedoras e passageiras horas.
Torna-se entao vital para o então agora homem festejar a vida e todos os laços que contraiu com aqueles com que se fez rodear a cada dia que passa. Fazendo ver quem ele realmente gosta que, embora no fim de contas seja mais um individuo no mundo, e especial para ele... Por todos os momentos vividos, por todas as historias criadas, pelas memorias feitas que preduram na eternidade do tempo. E que esse festejo nao se limita a um mero dia em que sao banalizados votos (mais ou menos sentidos) de esperanças, concretizações e felicidades. Mas sim durante todo e cada dia de uma data indefinida chamada vida.
Com tudo isto, a ex crianca deseja as maiores felicidades a cada um dos que formam uma parte do seu Tudo. Nao hoje, nao durante uma semana... Mas sempre. Pelo que foram, pelo que são (e constantemente desenvolvem) e pelo homem que ajudaram a formar-se.
Alguém uma vez disse que o que nao nos mata torna-nos mais fortes, e verdade.
Um bem haja.
Já passou tanto tempo desde o natal em que uma criança levou um estalo e aprendeu que o natal se resumia a um esbanjamento de presentes e sorrisos simulados, um esquema engendrado para gastar dinheiro e esboçar uma felicidade controladamente espontânea, tal como a exaltação do fingimento pela "causa" natalicia de preservar o lado bom que o ser humano, mesmo tendo perdido ha gerações atrás, afirma e se orgulha desmedidamente de ainda possuir.
A criança cresceu, formou-se um homem e manteve a sua palavra, tal como aos seus ideais. Ser fiel a si mesmo e aos seus. Aquele estalo serviu de uma revelação sobre a incomoda e fria verdade, tal como de uma lição de vida.
O homem nao muda, não se altera. Cada pessoa é, foi e será o que manifesta ser no seu intimo e, por mais pequenos pormenores que tentem ser aperfeiçoados ao longo de uma vida, nao muda na sua integra. A sua natureza humana não o permite.
Sempre será assim. O Natal manter-se-á uma epoca de fingimento até que o Homem se aperceba do erro em que se deixou cair e dê lugar à verdadeira mudança.
Hoje, o Homem encara o natal como o nascimento de Cristo, uma despesa adicional no seu orçamento, uma infernal corrida as lojas em esperança de comprar a sua felicidade ou a de outrem... Mas no fundo, apenas mais um dia. Um entre tantos em que nada de especial existe. Nada mais falso!
Todos os dias são o último. Cada dia especial e único é! Não há motivo para a existência de um dia em que um indivíduo se lembra de recordar à sua familia e aos seus mais que tudo que realmente se importa com eles a não ser que, por alguma razão, se tenha abstraido de faze-lo durante o ano inteiro.
Trata-se entao de uma pseudo compensação da parte da sociedade para redimir as falhas das pessoas para com tudo e todos os que as rodeiam em trezentos e sessenta e cinco dias durante um ano em apenas umas breves, constrangedoras e passageiras horas.
Torna-se entao vital para o então agora homem festejar a vida e todos os laços que contraiu com aqueles com que se fez rodear a cada dia que passa. Fazendo ver quem ele realmente gosta que, embora no fim de contas seja mais um individuo no mundo, e especial para ele... Por todos os momentos vividos, por todas as historias criadas, pelas memorias feitas que preduram na eternidade do tempo. E que esse festejo nao se limita a um mero dia em que sao banalizados votos (mais ou menos sentidos) de esperanças, concretizações e felicidades. Mas sim durante todo e cada dia de uma data indefinida chamada vida.
Com tudo isto, a ex crianca deseja as maiores felicidades a cada um dos que formam uma parte do seu Tudo. Nao hoje, nao durante uma semana... Mas sempre. Pelo que foram, pelo que são (e constantemente desenvolvem) e pelo homem que ajudaram a formar-se.
Alguém uma vez disse que o que nao nos mata torna-nos mais fortes, e verdade.
Um bem haja.
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